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Aroeira Manenguera


esse aqui bateu as botas, mas antes passou o bastão:  http://www.aroeiramanenguera.blogspot.com

Escrito por Graziela às 21h14
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bad bad server

Escrito por Graziela às 03h40
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MOMENTOS CERASACARD:

 

Charuto babado: R$ 10

Pinga com uma azeitona espetada no palito: R$ 6

Conta da cachaçaria: R$ 203+um copo quebrado

Falar pro dono do estabelecimento que não temos dinheiro pra pagar NÃO TEM PREÇO.... também não tem mais crédito, não tem mais serventia, não tem mais mesa, a cerveja já virá quente...

 

Nunca me diverti tanto ficaria manjado para expressar tudo de bom que aconteceu nesse dia e, para quem acha que eu viajo um pouco vou detalhar para cada um tomar as próprias conclusões.

 

Fomos na cachaçaria em Birigui, na enésima despedida de solteiro do Du Pinga (um amigo que nessa altura do campeonato tem filhos que já fizeram até aniversário).

 

Ao chegar ao local, eu tinha como companhia o pai e o tio do Du. Logo chegaram ele, o André e o Jackson (vou falar o nome de todos que estavam porque vai ser importante atribuir pérolas a cada um), depois a Ju, depois o Lecão e o Du ++, depois o Zorba, depois o sogro do Du, depois a Luísa, o Vitor, a Mel , a Talita, Amandita e Khan. 

 

Adultos nos dão uma segurança, por isso nem nos sentimos intimidados para gastar sem limites. Bohemia, Original, uma variedade de cachacinhas pairavam sobre a nossa mesa, acho que intimamente todos pensavam: “Alguém vai pagar tudo isso”.



Escrito por Graziela às 20h10
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O tempo vai passando, os três senhores se retiram, fecham metade da conta e nós continuamos, o André pediu até ingredientes para fazer uma bebida que não serviam no local, depois vimos quanto valeria o experimento.

 

Estávamos sendo super bem tratados, o lugar não permitia que fumassem cigarro aromatizado, nem charuto e no entanto ninguém nos repreendeu quando assistimos ao Lecão soltar fumaça charmosamente com o charuto no canto de boca a la Fidel...

 

De repente as pessoas das outras mesas começaram a ir embora e o garçom trouxe a conta: R$ 203,00 + o copo que o Du ++ quebrou durante as negociações dividido por 12 = 16 e alguns centavos que o André ficou revirando a carteira para contribuir com a conta.

 

R$ 16 para cada pessoa não seria um absurdo pra quem tava se divertindo tanto, isso se considerarmos que teve gente que tomou apenas um água e teve que pagar R$ 8,00 por ela. Fora isso, éramos estudantes quebrados de jornalismo. Uns consomem mais, outros menos e não tem como todos pagarem igual. O Lecão: “ Já dei R$ 35 não vou dar mais não”.

 

O mágico é que enquanto só tinha nós no lugar, o pessoal que trabalha lá ficou morrendo de rir observando nossa concordata.

 

Nesse ínterim, o Jackson ficava refilmando Ratimbum, dando cambalhotas no chão da cachaçaria, alguém queimou minha bolsa mais querida, mais linda, mais alternativa que eu nunca vou encontrar outra igual, sério quase chorei quando a vi em chamas, só que o incendiário não apareceu, alguém deve ter encostado o cigarro sem querer e não medido as conseqüências.



Escrito por Graziela às 20h06
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FIAT LUX, a idéia do fogo me deu uma luz. O Vitor com um isqueiro marcando bobeira, como não pensamos nisso antes: “Vitor queima a conta” e ele mas que depressa BUM, só que alguém com o cérebro ainda ativo se deu ao trabalho de ficar assoprando...

 

E então a conta estava ali, esperando ser liquidada, quando todos já havíamos dado a contribuição. De vez em quando aparecia R$ 5, R$ 1, algumas moedas, e ainda faltava R$ 35,00...

 

Eu tava super de boa, o cara não ia nos prender, não ia nos matar, afinal estavam se divertindo com a situação, mas precisávamos sair dali. Eu perguntando: O dono tá aqui? Porque se ele tiver a gente negocia com ele, penhora alguma coisa, tira a mesa... E não sei quem respondia que ele não tava.

 

Senti firmeza:

Os garçons estavam todos ali uniformizados eu cheguei e comecei a exercitar a minha veia guevarista-marxista-bolchevique:

 

“ Vamos fazer a revolução do operariado. O dono daqui é cheio da grana, vamos nos unir contra esses burgueses, elimina da conta o que comemos, o cara não vai ter controle de um frango. Agora ele deve estar em casa dormindo de boa e vocês aqui trabalhando, vamos mandar esse cara se fuder!!!!”

 

Nisso levanta um cara do meio deles com uma roupa de cor diferente e fala: “ EU SOU O DONO”

 

Ai eu comecei com o meu blues piedade- demagógico-feminino. Fiquei abraçando o cara e pedindo desculpas e ainda tendo que ouvir o Jackson falar que eu tava dando em cima do cara porque descobri que ele era playboy....

 

E a conta lá...



Escrito por Graziela às 20h04
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As negociações:

 

Jackson: “ Rapazes, temos três meninas ali de tipos diferentes podem ficar a vontade para escolher...”/ “ Amanhã a gente faz um link daqui para o Tele Verdade”

Vitor: “Dummy, vai ter que fazer dummy” (vão procurar a tradução)

André: “ Tem essas cigarrilhas...”

Du: “ Eu não preciso do meu celular”

Grá: “ Quando o Júnior Viana vier aqui tocar pode descontar os R$ 35 depois a gente paga pra ele”

Zorba: “ Pode bater, escolhe o lado”

 

Até que o Du marcou o resto que faltou na conta do tio dele e fomos liberados, mas ainda tinha o tiozinho que toma conta dos carros pra receber...

 

MÁFIA DO ESCAMBO

 

Pra me refazer com o cara da Cachaçaria eu prometi um anúncio no Comunicativo pra ele, afinal é o preço que faltava da conta, ele não aceitou a troca, mas eu disse que faria em gratidão. Agora já estou prevenida, descolei um cartão da loja de auto peças do Zazá com a assinatura dele, faltou dinheiro para pagar a conta, eu aplico o Vale 1 peça...

 

* a parte da foto foi para você conseguirem nota...usaiusiausiausiausiaa



Escrito por Graziela às 20h01
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Estávamos em um quarto (não me pergunte de quem) deitados na parte de cima de uma beliche. Você usava blusa e saia azuis, tom sobre tom, e eu bermuda e camiseta (não me lembro das cores). O mais estranho e intrigante no sonho: estávamos discutindo a possibilidade de fazer sexo, porém muito desmotivados, sem excitação alguma e com a mesma tranqüilidade costumeira de quem escolhe que sabonete comprar. Há uma vaga lembrança de que, mesmo com tudo isso, você apresentava uma tendência a dificultar as coisas. (sic)



Categoria: Vou te contar...
Escrito por Graziela às 16h41
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 Temporada

Festival de Cinema no Céu

 

 



Categoria: Cá com meus botões
Escrito por Graziela às 19h46
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Bye, Bye tristeza...

 

Agora nessa data todo ano será feriado santo na Bahia de todos eles, onde qualquer besta-fera ganha feições de imaculado e tem seu nome estampado em fitinhas de Nosso Senhor do Bonfim...



Categoria: Divagações precisam ser curtas
Escrito por Graziela às 12h51
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E foi fácil se convencer de que não serviria para ser a mulher ideal nem para aquele sujeito que esperou até aqui para arranjar companhia para noites frias e finais de filme que não tem com quem comentar. Sujeitos esses, de peles finas, hálito agradável, com modos muito minimalistas para um dândi, que ainda cultiva discos aspirados toda quinta-feira, enquanto desempacota um long play “Maria Alcina”, que dá berrinhos quando atingida pela agulhinha agora lustrada.

Aquele sujeito de adega em casa, com cartas variadas para suas companhias. Prosecco para as damas incandescentes, uma versão mais adocicada para aquelas que usam cinta-liga e exageram no comprimento da saia. E ela tentava se encaixar nas suas obsessões sutilmente prosaicas e demodês, como se não restasse piedade por parte de alguém que uivaria ao ver seus contornos regulares à meia-luz.

Mas ah...o pensamento atingia patamares longevos por aquele outro de toque intenso, boca que quer ficar, palavras decifrando ais. Meu Deus, como pudera ele tão daquele jeito sei lá, que a endoidecara com demonstrações parcas de si, de um amor que ela maquiara em personagens cretinas, fêmeas vorazes, tentando fisgá-lo a qualquer que fosse o custo, querendo esconder seus carnês, seu aparelho antes de deitar, suas manias que a pintavam menina, seus detalhes que por vezes afastavam-se dele, sua barriga que doía uma dor de adolescente querendo chamar a atenção, simulando papos em cenários simulacros, a oração deveras perdoada sabe-se bem Deus que saia dela, tão cética. Oh, quem quer que fosse, responsável por fazer as coisas tornarem-se reais, torrente de bondade alheia... ela, mesmo que não servisse nem para o sujeito que agora abnegava suas decisões políticas, tomado por um servilismo diante daquela que estava convencida de que não serviria nem para sua hipocrisia a custo de banana, achava-se no direito de desejar aquele do cheiro de sempre, cenho conservado de traços marcantes e personalidade que envenena no antes, mas acalma no depois. Ah, e ela voltara às mesmas percepções de quando começara a ler “A Normalista”, tendo a como a narrativa que mais pudesse se aproximar das HQs de Zéfiro, distantes demais para serem adquiridas... quanta bobagem, mas é que a partir dali todos os outros foram destruídos e só sobrara este, este que previa, emoldurava e arranjava respostas para os diálogos e sonhos, recorrendo a fórmulas já gastas para firmar pensamento firme em que pudesse tê-lo, com suas formas que tudo beirava a perfeição, de palavras proferidas como desconhecidas e que meia dúzia delas ainda martelava como juras de amor lembrando Bocage, Byron ou qualquer que fosse o inspirado da vez.

Continua mais adiante...       



Categoria: Cá com meus botões
Escrito por Graziela às 15h41
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O Otto é o cão mais bem resolvido sexualmente que já topei.

Faz amor com uma almofada azul e dá uns catos na vassoura que serve para aspirar o pó.

É um vouyer, adora sexo e para ele não existe fronteiras de dimensão, cavidade e encaixe. Está à frente do tempo canino.

Às vezes o salvo de um espetáculo ridículo para os outros, quando ele tenta, com sucesso, enrabar a almofada que tomou como dele, frente a olhares curiosos vindo da rua.

- Otto, coisa feia.

E ele dá uma olhadinha para trás e continua naquele mais molha do que chove.

E é um swing quando ele pede para que todas elas sejam postas no chão. É uma visão constrangedora, bem sei. Mas as únicas vizinhas cadelas dele não são para o seu bico. É um rapazinho bem bonito e dá se ao luxo de escolher. Faz bem.

Com a almofada foi primeira vista à estática meio móbil. Já a vassoura foi aquele barulhinho. Ah é,ele não se esfrega na vassoura, só paquera, fica do lado, dormem juntos. Ele é ciumento com ela.

O Otto vai para um programa de TV, só preciso arranjar tempo para o teste.

 



Categoria: Cá com meus botões
Escrito por Graziela às 06h04
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vc ganhou um programa de tv no canal que vou comprar quando ganhar na mega sena, vai chamar subversivo......vai passar no lugar do fantástico, pra todo mundo dormir chocado

- eu vou apresentar?

é, e produzir

- como terá que ser meu cabelo e minhas roupas?

cada dia de um jeito... como vc quiser.........o do carrapicho é legal... a primeira participante vai ser a britney spears........porque ela tá loca

- não quero... louca por louca prefiro dona maria, a louca e o serguei, num papo sobre transas com árvores

já sabia.........passou no teste....o programa é seu

 



Categoria: Vou te contar...
Escrito por Graziela às 18h22
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Esse eu desenterrei lá das antigas...

 

Esbocei esse manifesto, fanzine ou afim só para documentar que almejamos fazer a revolução, mas que apregoando a inércia ideológica não saiu do papel. Como não tínhamos muito que reivindicar optamos pelos valores descritos abaixo. Uma breve sinopse enterrada possivelmente com alguns dos nossos sonhos, como veríamos depois... mas que continuam valendo.

 

E na época nem existia mesada à parlamentares e nem Heloísa se candidatara ao poder, ERA tudo obra de ficção.


MANIFESTO DO PARTIDO JORNALISTA

Eu organizo o movimento, vocês orientam o carnaval, os torneiros inauguram o monumento no Planalto Central do país.

"Se você treme de indignação perante as injustiças do mundo, então somos companheiros".

A forma panfletária é para acabar com toda e qualquer espécie de formalismo, moralismo, conservadorismo, -ismos, neonazistas, neo-liberais, paga-paus, patricinhas, boys, oportunistas, fanáticos religiosos, falsos profetas, não-filhos de Gandhi, clichês, pré-estabelishment, jovens imperialistas, porco-chauvinistas, militantes de Maluf, bicho-grilos ociosos, padrão Globo de qualidade...

Num galang ou em outro espaço qualquer...

Eu Joana D'Arc ainda ouço algumas vozes
Olga e Luís Carlos rememoram suas cartas
Da janela posso ver Pagú sorrindo desgraçadamente
Rosa Luxemburgo passa o café toda faceira
Lá na colina numa cama de campanha
Quão bonito é ver Guevara lendo Faulkner
Marx ri pra Fidel aqui de cima
Bonito de se ver foi Lennon tocar enquanto Anne Frank acompanhava num ritmo com as mãos
Tancredo, Bakunin, Lampião e Chico Mendes jogam escravos de jó
Enquanto Adolf Hitler arde no fogo do inferno...

E enquanto isso no Palácio do Catete...
Viva o ABC!!!
Quero o Zé Maria
E Heloísa no poder!!!
Enquanto os homens exercem seus podres poderes...
....Somos palhaços do circo sem futuro
Saia de mim como escarro, como pus, porra, cuspe, catarro...

"Vivemos numa pátria de podres poderes e sedento de novos revolucionários, onde inconformar-se é apenas reflexo de um coração solidário" (essa frase que anexei no manifesto fiz para uma promoção da Folha que concorria à alguma coisa do Nirvana, nem sinal da coisa...)

Contra tudo e a favor de tudo... Simone de Beavouir está morta, faça você a revolução...

Graziela, em meados de 2004.



Categoria: Cá com meus botões
Escrito por Graziela às 00h08
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é...acho que sim....não tenho tempo nem paciência para aquela história do "...mas eu não vou tirar a calcinha viu..."...



Categoria: Vou te contar...
Escrito por Graziela às 13h00
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o pica-pau assoviava carmen, de bizet, em ritmo de valsa

 

 



Categoria: Divagações precisam ser curtas
Escrito por Graziela às 21h12
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